Boa madrugada, leitores!
"le*vanille" é o nome de uma linha de cadernos da Tilibra. Assim, quero que esse blog seja um caderno onde eu possa compartilhar um pouco da minha vida e do que penso.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Estou sumida
Boa madrugada, leitores!
sábado, 18 de abril de 2009
Caos Criativo IV - Não é interessante
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Now playing: HANGRY&ANGRY - Sadistic Dance
via FoxyTunes
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Aquisição
Sonhei em inglês! O que eu tanto desejava!
Nesse ano ouvi uma coisa nova. Nunca tinha pensado nisso antes!
Na primeira aula de fonética do inglês, meu professor começou a contar muitas coisas, e ao falar sobre o tempo em que morou nos Estados Unidos, além de citar que filmes de comédia são ótimos para estrangeiros irem ver nos cinemas americanos, disse que demorou pouco tempo e ele já estava sonhando em inglês. E isto era perfeito porque indicava total internalização do idioma no subconsciente. Freudiano, não?
Desde que ouvi isso, me inquietei. Enquanto não sonhasse não me sentiria completa! Mas não sabia o que fazer para conseguir.
Agora nem estou tão certa de que sonhei em inglês mesmo ou fui iludida por mim mesma, mas no consciente, é essa a certeza de que tenho.
O assunto do sonho não me cabe dizer aqui, de tão estranho que é! Não sei como foi que tive tal idéia! O segredo dos sonhos, quem será que realmente explica?
Mas espero que essa aquisição que tive seja permanente, e venha mais vezes sonhar em inglês!
domingo, 19 de outubro de 2008
3 Argumentos
Se eu pudesse ter certeza, não pensava.
Se eu conseguisse, não duvidaria.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Estou arrependida...
Porque isso cansa demais, frustra demais e mesmo que pudesse dizer, não diria que é por motivos altruístas que tenho essa atitude - estou cansada de me decepcionar.
Estou exausta de ir contra o que eu mesma quero para mim.
E não quero mais errar!
Não quero mais.
Mania de perfeição, algo que eu não vou alcançar...
Não quero mais perder pessoas. Não quero perder quem não tenho.
Alguém que me recebeu bem. Alguém que me deu atenção.
Não quero mais...
E se adiantasse, pediria desculpas. Mas do que elas podem ser úteis? O que foi feito foi, o que foi dito foi, e não volta... Não retrocede, mas dá resultado - bons e ruins.
E só consigo pensar no que foi ruim, porque isso me entristece. Porque me arrependo depois de uma forma que não posso suportar.
E quero pedir desculpas.
Mas não vejo mais porque.
Quando olho naquele rosto, o que foi que fiz, meu Deus?
Eu exagerei...
Exagerei?
Quem é que sabe tudo que estive suportando?
Não muita coisa, sim... Não muita.
Talvez tenha sido o susto... Como sempre.
Um reflexo involuntário.
Um deslize.
Perdi o alvo...
Me desculpe. Não tinha para tanto. Admito que errei.
Me castigue.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Fechamento da semana
Só sei que tem uma porção de coisas que eu até poderia falar, só não sei se vale a pena.
Somos muito imperfeitos e temos diversos pensamentos ruins e errados. E se fossem apenas conclusões preciptadas?
Ela me diz tanto:
"Os Titãs é que estão certos! O acaso vai nos proteger... Tem coisas que não é para ser."
É. Não tem definição melhor que essa.
A verdade é que eu mal preciso escrever aqui o que estou sentindo porque alguém desavisadamente já escreveu por mim... e embora os sonhos dele sejam outros, as vontades dele sejam diferentes, no fundo, os medos e as conclusões são as mesmas.
Acordei qualquer dia desses com pensamentos perturbados.
"Quando eu me aposentar, vou ter dinheiro para me manter? Um salário mínimo é o suficiente para pagar minhas contas? Eu vou ter capacidade de cuidar de meus pais se um dia eles precisarem? Afinal, o que vai ser de mim nesse mundo?"...
O que vai ser de mim?
Pensei nisso, a sério, e quase entrei em parafuso...
Anda díficil conseguir escrever alguma coisa que não soe melancólica nesse blog.
Quando durmo eu nem sonho mais... são apenas pesadelos ou experiências sem sentido que não descrevo como sonhar.
Eu estou exausta de alguma coisa que talvez seja muito antiga... um peso morto? Uma deficiência? Queria saber... se eu soubesse, iria me livrar disso tudo.
E assim, em alguns dias, eu penso em morrer, como a forma mais simples de terminar com a dor.
E eu já cansei de me convencer que isso é desnecessário, stress desnecessário.
Quero me punir pelo quê? E preciso de tanto?
Sou uma idiota... é só o que sou.
Fico pensando apenas, e é esse meu mal, no que o acaso fará por mim... Se é que existe uma saída. Porque viver é que é o problema... e é isso que não quero mais fazer.
Porque viver... Já dizia Riobaldo em Grande Sertão: Veredas: viver é muito perigoso.
Mas é bom. Muito melhor que a dormência de fingir-se morto.
Tem muita coisa que quero fazer. E tenho fé de que um futuro melhor me aguarda. Mas o consolo que eu preciso não é esse.
De qualquer modo, caro amigo leitor, não se preocupe. Se você leu isso alarmado, esqueça... Não tem para tanto, a sua atenção dedicada à isso é imerecida e eu agradeço.
Estou aqui, olhando o céu e esperando essa chuva sem fim acabar. Pode sentar do meu lado. Um dia o sol vai abrir.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Pico Psicológico Negativo I
Enquanto tanta, tanta gente procura um objetivo na vida, eu tenho um.
Mas às vezes, tudo que eu queria era um motivo para morrer.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Até nunca mais...
Embora não me preocupe em listar expectativas para esse ano, espero realizar coisas úteis e melhorar muito quem sou e o que serei.
Mas nunca antes tive um fim-de-ano tão cansativo!
O calor não me deixa dormir já há 4 dias.
O barulho dos fogos e das festas vem acrescer meu incômodo, visto que mal durmo e fico perturbada todos os dias.
Os dias em casa que me foram concedidos foram um alívio da rotina, mas talvez, se eu não tivesse de passá-los no conforto do meu lar me sentiria menos cansada mentalmente...
Uma viagem? Será que é mesmo possível arrancar tranqüilidade de uma viagem?
Pois fiz uma, inevitavelmente, em meio ao meu tédio de fim-de-ano embora muitas coisas estivessem esperando para serem feitas.
Li "Inocência" de Visconde de Taunay. Na verdade, voltei a pegar no livro, visto que já tinha lido o primeiro capítulo. Óbvio que é uma ótima e divertida leitura que muito me entreteu e distraiu e inspirou. Óbvio também seu triste final, que me leva a perguntar porque sempre há de ter finais tão infelizes em romances Românticos!
Que irritante! Sempre o amor é atrapalhado, sempre há alguma estúpida pedra no caminho dos amantes para lhes ferir o pé...
Mas deliciosos os detalhes, divertidos os diálogos e intrigantes os perfis que contém a narrativa. Muito me acresceu.
Todos nos inundam de desejos de felicidade, passada a meia-noite do dia 1º.
O certo seria desejar a felicidade uns aos outros todos os dias... Nem que apenas em pensamentos.
Jano já está contente com a tolice da maioria, impulsiva, de se apegar tanto a virada e as promessas misteriosas que ela apresenta e que fazem muitos iludidos por alguns minutos e logo depois são esquecidas, junto das numerosas resoluções ou do desejo de felicidade que foi atirado para um conhecido.
Talvez, se seguissemos um pouco o exemplo desse deus romano falso, poderíamos levar uma vida melhor por pensar e avaliar no passado o que se pode melhorar e levar para o futuro de forma uniforme, e não apenas nos primeiros dias do seu mês.
Assim, alegria e o melhor para todos todos os dias de sua vida inteira. Que você busque o que deseje, medite no que há de ser melhor, sustente as conseqüencias de ações boas e ruins e divirta-se com as gentis pequenezas do dia-a-dia. Tenha sonhos bons e também pesadelos. Perdoe os outros. Brigue. Chore. Sorria. Ame. E não se esqueça que o que passou, nunca mais volta... use todo o seu tempo de modo que ele valha algo. Isso digo para mim mesma.
Mais um ano juntos, todos nós, e que venha o destino nos ajudar a decidir o que há de ser.
sábado, 22 de setembro de 2007
Sei lá...
Eu queria escrever sobre alguma coisa aqui. Não sei bem o quê. Nunca sei. Acho que se soubesse, não teria muita graça. Ou talvez tivesse, porque não seria algo desconexo, sem razão de ser, mais interessante. Mas quem é que sabe, nesse mundo de possibilidades?
Só que chega, chega! Estou tão cansada... Tem coisas que a gente suporta, mas até isso tem limite. E eu cheguei no meu.
Eu quero respeito. Eu cansei de receber pedrada. Se eu errei, a gente já conversou isso. Eu erro, e você, não por acaso? Me arrependi, não vou fazer de novo. Você sabe perdoar?
Aprendi a ser mais tolerante do que devia. Aprendi a querer agradar as pessoas e fazê-las felizes, pelo menos, um pouco. Pelo menos, dar essa impressão. Mas eu nunca disse que era infalível.
Se eu não agrado, por favor, me deixe
Chega das pedras, chega!
Não devia estar postando isso, não devia... Vou me arrepender também sobre isso... Mas estou tão chateada com essa situação. Porque antes, a gente vivia em paz e eu considerava tanto (considero ainda) você. Queria isso de volta, queria voltar no tempo, mas não sou de fugir da realidade. Eu gosto de enfrentar os fatos e receber os tapas que a vida dá, porque isso ensina. Mas essa lição eu preferia ter ficado sem.
Não peço desculpas mais. Estou cansada. Dessa pequena rusga eu estou cansada. Não é de você, é dessa atitude intolerante. Estou triste, estou magoada, parece bobagem, mas é importante para mim. Sabe respeitar isso? Sabe passar isso por alto? Tolerar?
E para quem reclama que eu não abro o coração, tá aí. Não é só de paredões no MSN que a gente se entende...
Não era sobre isso que eu queria postar. Talvez delete depois, quem sabe?
Ninguém sabe. Ninguém se interessa em saber.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Battle Royale
Battle Royale:
Um breve conto de tensão
Talvez eu não seja bem sucedida, talvez não fique mesmo nada bom, e falte tempero, falte sustos... talvez, falte sentido. Mesmo assim, espero que gostem.
O que tinha me levado ali? Todos nós fomos vitimados, mas eu tinha decidido lutar. Não podia permitir me tornar apenas um brinquedo a mais do sistema, mas fazer uma diferença, a menor que fosse, nem que isso significasse morrer sem transigir meus valores. Por causa desse compromisso comigo mesmo eu estava correndo ali. E estava tão frio, e eu procurando uma saída inexistente. E eu ciente disso.
Meus inimigos eram aquelas pessoas tidas como mais próximas, e não sabia como enfrentá-las. A loucura tinha tomado a mente de muitos, provando que não há nada nos laços de convívio que resiste na situação em que nos encontrávamos. Era uma situação extrema, eu concordo, a única coisa que eu queria era sair vivo dela. O triste foi admitir que não haviam muitos meios para isso a não ser em ceder para a loucura que permeava todo o ambiente e cada canto escuro da onde poderia aparecer algo que me pegaria despreparado. Tudo o que eu queria era me manter naquele jogo, não precisava vencer, me bastava ser um peão que conseguia a coroa, entretanto queria fazer isso por um caminho inofensivo. A impossibilidade disso, entretanto, me fazia continuar a correr.
Um ruído próximo me fez estático. Observei a volta. O que é que divisaria naquele escuro sem fim? Eu fraquejava, cansado, sentia minhas calças molhadas, não sabia mais se da umidade da terra, da água da chuva ou dos tiros. Coloquei minhas mãos nos cabos de meus revólveres. Eles eram frios, não hesitavam em atirar, porque não tinham coração. Só que eu não era apenas uma máquina, um autômato seguindo um comando. Eu raciocinava, e talvez isso tenha sido minha perdição.
O que você teria feito naquela hora?
Eu sabia que não tinha muita munição. Sabia ter o número limitado de três escolhas a fazer. A vida de repente parece fácil se formos analisar. Apenas uma das três opções...
O barulho silenciou. Entretanto, isso não me tranqüilizou. Me mantive imóvel, porém atento, ofegando e pensando que medida tomar, como escapar daquela armadilha toda a me rodear. E quanto mais esperava, mais e mais eu me via cercado e incapacitado pela tensão. Via vultos em todos os lugares, e sentia arrepios e com as mãos trêmulas eu puxei os dois revólveres.
O som, o som dos gatilhos soltos em cima de meus dedos. O som da folhagem se agitando aqui e de repente ali e logo depois bem ao meu lado. O som do sussurro - do vento? - sobre meu ombro. A loucura... o medo... a indecisão.
Morrer, matar ou se render.
Sem tempo para pensar.
Tudo úmido.
Tudo escuro.
Tudo escuro.
O ruído outra vez, ele veio até mim, me virei aperrando minhas armas. Senti o hálito do revólver no disparo. O estalo. A luz. A perturbação na mata fechada e quieta.
Gravidade. O chão recebeu meu corpo sem dó. Me lembro bem. Sentia escorrer, era quente e viscoso o sangue que me cobria. O rosto no escuro daquele que fez sua escolha nunca foi claro para mim. E eu não posso culpar ninguém.
A vida se assemelha a um Battle Royale... qual das escolhas você vai fazer?
O que é mais importante para você? Quanta pressão você pode resistir?
Questões a se refletir... decisões a fazer... resultados para colher.
sábado, 18 de agosto de 2007
E se...
Acho que esse se constituirá meu primeiro aborto. Não se assuste. Talvez, como sempre, eu esteja sendo dramática demais. Talvez, eu esteja sendo mesquinha e egoísta.
Ao mesmo tempo, é bom deixar as idéias fluírem um pouco para aliviar o peso que elas causam na mente da gente. Eu assumo as conseqüências daqui em diante. Você que assuma as suas ao terminar de ler.
E se você morresse?
Quantas vezes eu já não mentalizei o que poderia acontecer diante do recebimento da notícia que alguém querido para mim morreu! Eu ia chorar? Eu ia ficar em choque? Essa cena rolando na minha mente parece tão real, ao mesmo tempo tão embaçada, sem sentido. Pode ser que você me ache mórbida, fria ou até mesmo cruel, mas não, nunca desejei sua morte, pode ficar sossegado. Eu sempre me vejo em desespero ao mentalizar essas idéias funestas.
Mas o "e se..." que quero abordar não é esse. Foi levada por um desses pensamentos que me ocorreu:
E se eu morresse?
Pensamentos suicidas? Sim, já tive muitos. Acho que quem vive inevitavelmente questiona a morte, assim como eu já fiz aqui mesmo nesse blog. Estou sendo repetitiva? Pode até ser que sim. Meu jeito é ser prolixa mesmo, beirando o exagero. Se não gosta, pelo menos, releve.
E tem momentos da vida que tudo é tão escuro que só a morte parece solucionar a dor passada. Já achei que se eu não existisse, não faria falta. Já chorei a noite toda orando para Deus que me perdoasse esse desejo. Acho que hoje vai ser mais uma dessas noites. Acho que não...
E, de forma racional, às vezes penso como é que seria a vida continuando sem mim. Como reagiriam os meus amigos, meus pais, aqueles que tiveram algum contato comigo. Sairia um daqueles comentários sobre eu ser tão nova, sobre eu ter uma vida toda pela frente? Faria alguém feliz o fato de que eu morri? Mudaria algo?
Será que minha existência nessa Terra significa alguma coisa? Significa alguma coisa para alguém? Minha presença aqui faz alguma diferença?
Isso soa egoísta? Pode ser que sim. Ao mesmo tempo, não me importo muito com o que possa soar. Eu sou apenas um número entre seis bilhões... Quantas pessoas deixam de existir como indigente? Ninguém lembra delas. Ninguém lamenta, ninguém pára para pensar por quês, quandos e e-agoras.
É por que a vida vale mesmo a pena, senão eu já tinha desistido de viver.

