segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Velvet Summer

 Red Velvet - Summer Mini Album - 'Velvet Summer'

Agora o "verão" está completo! RV voltou finalmente e na melhor época!

Estamos no meio do inverno aqui, apesar do nosso veranico, mas enfim poderemos sentir algum tipo de refrescância! Um disco com bossa e samba, bem inusitado e inovador, esse EP pode não ser tão consistente quanto "Chill Kill", mas não perde para ele em qualidade.

Peguei as descrições oficiais que a SM divulgou de cada faixa para compartilhar com vocês minhas notas de acordo com preferência. O máximo é de 5🏄🏼‍♂️.

🌊 "Surfin' Boy" (Faixa-título)

Misturando uma guitarra de bossa nova descontraída, um ritmo relaxado de reggae e um groove elegante de house, esta refrescante faixa de verão combina vocais leves e sonhadores com a sensação de nadar em um mar iluminado pelo sol.

💚 JOY participou da composição da letra.

Nota: 🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️

🌊 "Hot Girls Cold Vibe"

Uma faixa dançante com riffs de guitarra viciantes, escrita e composta por Kenzie.

Nota: 🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️

🌊 "Orchestra"

Uma releitura do clássico "Lujon", de Henry Mancini, que destaca a identidade musical única do Red Velvet. 🎻✨

Nota: 🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️

🌊 "Hula Hoop"

Uma música pop de andamento moderado, centrada em guitarra e piano. A letra retrata as lembranças de um verão que já passou e de um reencontro marcado pelo destino.

Nota: 🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️

🌊 "Hawaii"

Uma faixa de pop acústico escrita inteiramente por JOY, que transmite a mensagem de deixar de lado as preocupações do dia a dia e reencontrar a liberdade e os sonhos da infância. 💚

Nota: 🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️🏄🏼‍♂️

domingo, 16 de agosto de 2026

Museu dos links quebrados

 

Revisitando umas postagens mais antigas desse blog, estou me deparando com uma grande quantidade de imagens quebradas, links para páginas que não existem mais, vídeos excluídos.

Até gostaria de repor tudo que for possível, mas vai ser um processo lento, porque, ou reviso todo meu blog ou eu escrevo postagens novas, não consigo achar tempo para os dois. 

E, mesmo que eu passe o pente fino nele, certamente vai ter mídias perdidas para sempre entre as postagens. Principalmente de fontes externas.

Apesar de eu ter a opção de tirar esses posts do ar, colocando como rascunhos, eu gosto da ideia de mantê-los, como um retrato do seu tempo, como uma peça da minha história e da história da internet.

Mesmo que eu já não sinta identificação com aquilo, não vou remover por me aproveitar do fato de que alguma parte da postagem está inacessível, porque, quando eu abordei esse assunto na época, significava algo para mim. Esse é o objetivo de um blog, de um diário, de um registro cotidiano. Porque, em algum momento, naturalmente o cotidiano se transforma, e o passado perde seu sentido no presente, mas nunca dentro do percurso inteiro de uma vida.

Em 2007, 2008, etc eu era assim e assado. Agora é 2026, como não morri, não permaneci completamente a mesma, mas sei respeitar minhas versões anteriores.

E, apesar dos links quebrados, a mera presença deles nessas postagens antigas é uma prova de um dia eles existiram, de que fizeram parte de uma internet que desapareceu, são marcas deixadas por pessoas que talvez nem suspeitem de que aparecem aqui, em um blog qualquer de uma pessoa comum. Muita gente que, como eu, viu a internet surgir, crescer e prosperar e depois se transformar a partir de um tipo de rompimento sabe que, nessa ruptura, muita coisa ruiu, muita coisa se perdeu. E algumas delas estão aqui, preservadas como fósseis.

 E meu relacionamento com tudo isso ainda não é harmonioso. Meu blog tem uma vida só dele, e por mais fascinante que isso seja (quando observo as informações de estatísticas), também me bate um receio, uma estranheza...

Não sei se seria isso que eu sentiria também se fosse uma artista assistindo as pessoas visitando minhas obras em um museu. 

Destaque da Playlist: Julho

   .   * ✸✯ ✯ . JuLHo °  ★°·.   .

Postagem atrasada, mas não por descaso.

BBGIRLS - BODY WAVE

Mantendo a tradição

 

BB GIRLS - BODY WAVE

O verão setentrional sem um comeback de BB GIRLS não é um verão de verdade. Ano passado, não teve... por isso, em 2026, talvez sejam elas as grandes responsáveis pela onda de calor absurda que os gringos estão passando, já vieram com um hit de verão sexy, divertido, jovial e nostálgico (ao mesmo tempo) para compensar a ausência.

Eu fui fisgada primeiro pelo MV, porque gostei demais de ver um produto artístico dentro do K-Pop voltado claramente para o público 25+. No vídeo, vemos jovens adultos, homens e mulheres, vistosos, cheios de personalidade, naquele pique de gente confiante e descolada dos anos 80 (me faz pensar um pouquinho em "Physical" da Olivia Newton-John).

E a música transmite um calor, uma energia, mas não é exageradamente animada, a base eletrônica suingada se conecta ainda mais com a referência dos anos 80. O refrão é exatamente o que se espera de uma música de verão para cantar e dançar com a turma inteira, todas cantando em coral, repetitivo sem enjoar, com um hook que embala sem esforço. O final apoteótico cria uma boa ponte para você começar a ouvir a música de novo.

Elas fizeram valer a espera.

PLAYLIST COMPLETA 

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Japão

 

Ver no Threads

Eu aprendi muito com o Japão, mesmo sem nunca ter ido lá.
Mesmo assim, faz tanto tempo que nossa amizade começou, que é como se tivéssemos crescidos juntos.
Era sobre isso que eu estava falando quando postei esse comentário no Threads.
Quando eu era pequena, meu pai trouxe uns chicletinhos que vinham numas caixinhas quadradas. Os docinhos tinham uma textura diferente de todas as balas e afins que eu já tinha visto. Elas tinham um cheiro e um sabor que eu nunca tinha experimentado antes. Até hoje não sei que palavra usar. 
Mas se eu encontrasse essa palavra, eu sei que ia usá-la para explicar o sabor de Ramune.



Esses chicletinhos em caixinha eram do Japão. Meu pai trabalhava com comércio exterior e ganhou os chicletes de algum colega de trabalho e trouxe para mim. Nas caixas, tinha os desenhos de uns dinossaurinhos bem fofos. Isso foi no início de 1990.
Aquele doce era do Japão, de um lugar tão longe de mim, uma criança. Era de um lugar que eu não a menor dimensão de onde era, de como era, mas que me marcou, me intrigou e esse sabor, desse dia, há mais ou menos 30 anos, é o sabor que o Japão tem para mim até hoje.
É ácido, azedo, doce, metálico, fresco, melancólico, amargo e nostálgico.

O Japão estava nas decorações de materiais escolares pontuais, como uma mochila, um estojo, borracha... já estava treinada em associar aqueles olhos grandes e brilhantes das menininhas clones da Candy ao país, assim também como bichinhos fofos. Hello Kitty não era tão comum de ser vista, na verdade, a maioria dos objetos com estética kawaii da minha infância vinham da China, e isso só fazia coisas legitimamente japonesas ainda mais preciosas. Mas eu gostava desses bichinhos fofos do mesmo jeito.

Tinha uns coalinhas em um kit, eram muito fofos, ainda guardo as lapiseiras.

O Japão para mim era sinal de coisa linda e interessante.

Meu segundo contato substancial com a cultura (ou uma noção dela) foi através do programa Rá-Tim-Bum da Cultura, quando em um dos "Senta, que lá vem história", trouxeram a aventura de duas irmãzinhas na Liberdade.

Naquela época, eu via as imagens na televisão, eu sabia que era aqui no Brasil, que era em São Paulo, mas estava tudo envolvido naquela névoa do fantástico natural das crianças, natural do Rá-Tim-Bum, e ficava idealizando aquele lugar, observando com atenção redobrada as paisagens daquela cidade, vivendo o que estava assistindo.

Você pode assistir o episódio completo, e a história começa no minuto 11:11.

E não podemos esquecer de mais uma influência importante para mim.

Para a gente ver como tudo que acontece na infância define tanto da gente: Jaspion!

Eu amava assistir, apesar de não lembrar mais de nada, amava a música da nave, amava o personagem, o robô, a performance, o drama... era tudo arte para mim.

O Japão esteve comigo nessa fase e, por isso mesmo, eu sempre fui vidrada por ele e sempre procurava estar perto e ter tudo que eu podia que se relacionasse ao país.

Acho que essa obsessão é até normal entre as pessoas da minha faixa etária, todos nós assistimos as mesmas coisas, a mídia não era tão pulverizada. Os heróis, as revistinhas... a gente estava exposto às mesmas modas e apelos, e no geral, na nossa cultura pop, ou esses vinham dos Estados Unidos ou do Japão.

Só que para mim, pessoalmente, tudo significou mais. Com a internet, eu me envolvi mais com os animes, mangás e música japonesa, com a cultura, com o folclore, com os costumes. E, convivendo com tudo isso enquanto crescia, eu sinto que assimilei muito de tudo na minha personalidade, na forma de ver o mundo, de me sentir em relação a experiências.

Eu nunca visitei o Japão e talvez nem nunca tenha a oportunidade. Mas vou sempre ser fascinada por ele. Uma parte minha se sente conectada a esse lugar sem esforço ou motivo especial.

Tudo começou com o gostinho de ramune.

terça-feira, 14 de julho de 2026

Destaque da Playlist: Junho

  .   * ✸✯ ✯ . JUnhO °  ★°·.   .

JAEJOONG - OASIS

  

JAEJOONG - OASIS 

No mês do Rock, nada como falar dessa música que não sai da minha cabeça. Eu amo demais a persona roqueira de JaeJoong, um dos idols mais lindos que a SM já projetou.

Ele canta muito bem, mas sinto que a voz dele brilha demais cantando J-Rock.

Essa música me devolveu direto para 2007, quando ia aos eventos de anime e tinha as áreas de J-Rock tocando Laruku, Versailles e X Japan e os garotos circulavam em indumentária Visual Kei completa.

Mesmo quando é pesado, o estilo musical mais associado ao J-Rock, quando este é mencionado, tem uma elegância e sutileza que simplesmente captura o ouvido. Isso deve vir principalmente através do Visual Kei, por causa do elevado senso de estética dessa cultura.

A abertura doce e melodiosa, temperada pelas guitarras brilhantes, e o vocal soproso e estável do JaeJoong são tudo que precisamos para iniciar a viagem até o refrão melancólico e tão nostálgico que eu sinto aperto no peito (de felicidade).

Haja fôlego para cantar essa canção, ela não tem pausas e as notas altas ficam mais para o segundo refrão e finalização da música. É o que mais admiro nesse estilo de J-Rock: como é fluído, initerrupto.

A high-note é tão linda e sonora, longa e sincera, tão grande e colorida. 

"Oasis" é uma canção que nos eleva e acalma, nos encanta e apazigua.

PLAYLIST COMPLETA

domingo, 14 de junho de 2026

Lemonade!

Eu evitei colocar qualquer música do aespa como Destaque de Maio, mesmo elas lançando duas antes de soltar o álbum propriamente dito, mas a verdade é que lançamento do aespa, para mim, é sempre o destaque, chega derrubando qualquer outra canção.

Eu amo o aespa e acompanho de perto, deixo no repeat... então, para não ser injusta com ninguém, escolhi meu destaque e também venho aqui dar minhas notas para as faixas do segundo álbum do girlgroup.

Antes, quero deixar claro que eu amei o disco INTEIRO e, para mim, é completamente no skip, mesmo a minha menos favorita tem sim seu charme.

Peguei as descrições oficiais que a SM divulgou de cada faixa e atribuí limões, sendo 5 🍋s o máximo. 

aespa - LEMONADE, the 2nd Album


“WDA (Whole Different Animal) (feat. G-DRAGON)” é uma faixa dançante baseada no hip-hop, marcada por um 
synth bass majestoso e um refrão pesado que transmitem uma presença avassaladora. Por meio de letras que retratam o crescimento ainda mais consolidado do aespa, a música anuncia um novo capítulo em sua visão de mundo. G-DRAGON participou pessoalmente da composição da letra de seu próprio verso, elevando ainda mais a qualidade geral da faixa.

Nota: 🍋🍋🍋🍋🍋

 

“LEMONADE” é uma música dance eletrônica que se destaca pelo som intenso e moderno de synth bass. Inspirada no provérbio “Se a vida lhe der limões, faça uma limonada”, a letra não apenas sugere uma nova fase na visão de mundo do grupo, como também transmite, de forma espirituosa, a mensagem positiva de que qualquer provação ou dificuldade pode ser transformada em uma oportunidade, evidenciando de maneira marcante a identidade única do aespa.

Nota: 🍋🍋🍋🍋

 

“SHAKIN’” é uma faixa dançante caracterizada por seu synth bass marcante e por uma melodia de refrão viciante. A mensagem ousada de abalar o mundo da pessoa amada se combina perfeitamente com os vocais confiantes e descontraídos.

Nota: 🍋🍋🍋🍋


“Can’t Help Myself” é uma música do gênero rock que se destaca pelos vocais refrescantes das integrantes e pelos sons intensos de guitarra. Sua letra transmite uma mensagem de liberdade e de determinação para viver de forma autêntica, mesmo que todos os outros desaprovem essa escolha. (*A cara do Girls Generation)

Nota: 🍋🍋🍋

 

“Camouflage” é uma faixa de hyperpop marcada por sons de sintetizador sofisticados e etéreos, que evocam imagens do espaço sideral. Sua letra chama atenção ao estabelecer uma metáfora entre o ato de “camuflar-se” e a condição de alguém que vive sob uma identidade alterada, escondendo seus verdadeiros sentimentos para permanecer inabalável diante de qualquer situação.

Nota: 🍋🍋🍋🍋

 

O auge: só consigo ver a capa de uma trilha de "Malhação" Y2K!

 

“Bite” é uma faixa dance em que uma melodia cativante se mistura energicamente a uma instrumental poderosa. A música se destaca por sua letra espirituosa, que serve como um aviso de que elas estão prontas para “morder” a qualquer momento caso seus limites sejam ultrapassados, além dos vocais dinâmicos.

Nota: 🍋🍋🍋 

 

Switchblade (feat. Ty Dolla $ign) é uma faixa dance eletrônica que combina homogeneamente os vocais distintos do aespa a um verso altamente impactante e suave do artista americano de R&B convidado, Ty Dolla $ign. (*Eu amo que parece música de Mortal Kombat)

Nota: 🍋🍋🍋🍋🍋

 

“Roll” é uma faixa dançante caracterizada por seu som minimalista e pulsante. A letra retrata de forma divertida uma mistura de emoções fofas e ferozes direcionadas a um antigo amor. (*É chatinha, mas por outro lado as repetições criam um tipo de cadência muito interessante)

Nota: 🍋🍋

 

“My Plan” é uma faixa R&B em tempo moderado na qual o aespa utiliza suas diversas cores vocais para contar, de modo bem-humorado, a história de um plano para conquistar um interesse romântico.

Nota: 🍋🍋🍋🍋

 

“Til We Die” é um pop-rock que traz uma mensagem sincera de compromisso em permanecer junto até o fim com aqueles que sempre foram uma fonte de força e apoio. A faixa combina harmoniosamente sons de guitarra ao mesmo tempo refrescantes e marcantes com vocais límpidos e expressivos.

Nota: 🍋🍋🍋🍋  

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Destaque da Playlist: Maio

 .   * ✸✯ ✯ . mAio °  ★°·.   .

Esse mês foi muito bom para a música. Todas as que coloquei na playlist me agradaram muito, teve lançamento do aespa, dia 01/06 já veio comeback do SHINee... fiquei entre 4 músicas como potencial para a postagem aqui, mas me comprometi a sempre escolher só uma para destaque.

Então, resolvi focar na música de uma cantora solo que não canta exatamente K-pop, mas tem muita ligação com o estilo porque é irmã da ex-Newjeans 😔 (Newjeans never die!).

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Olivia Marsh - Roll

 
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Olivia Marsh - Roll

A Olivia, para mim, humilde consumidora amadora, fez um soft debut. De repente, apareceu um vídeo dela, cliquei porque o sobrenome me chamou atenção, já que é o mesmo da Danielle, ouvi a música e gostei muito.

Aí, comecei a acompanhar, ouvindo tudo conforme ela lançava. O estilo dela é eclético e pendendo para o R&B junto do pop Y2K farofa, mas com sustança. A voz dela é encorpada, mesmo quando melodiosa. Os lançamentos dela foram interessantes desde o começo.

Aí, ela lançou seu segundo EP, que trouxe uma vibe diferente. Um mergulho etéreo no melhor da Asian Music alternativa da primeira década de 00, a voz dela suave, sonoridade soprosa e leve... Nunca fez tanto sentido ela chamar Olivia, porque vi um paralelo enorme entre ela e a Olivia Lufkin (sem o rock).

"Roll" combina a nova estética mais onírica e impressionista com a imagem urbana e confessional de seus primeiros lançamentos. Oferece mais maturidade no jeito de cantar mais sério, mais melancólico...

É uma música noturna, de insônia na madrugada revivendo e repensando momentos, de mistério e de um pouco de sedução. O refrão é encadeado de um jeito interessante, tem algo de country eletrônico. Coloca sua mente em um loop suave, dá pra ouvir ela cantar essa parte o dia inteiro sem enjoar, e o drop no meio de uma das repetições, antes do final da música, é muito satisfatório.

A música é curta, mas acho que a seu próprio favor, porque dá vontade ouvir de novo logo em seguida, e essa frustraçãozinha de acabar rápido te impulsiona a apertar o play mais uma vez.

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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Minha opinião sobre o lip balm da Creamy e The Coffee que eu usei até o fim

A The Coffee é chic, isso vocês já sabem.

A oportunidade que eu tive de visitar a cafeteria foi em Campos do Jordão, mas eu desperdicei.

Mas eu já sabia que era chic e muito antes desse dia que eu olhei ela nos olhos, eu já tinha me deparado com a caixinha fofa que continha esse balm da Creamy na perfumaria aqui da cidade.

Eu tinha outros produtos do tipo na fila e deixei o balm guardado até chegar a vez dele, que chegou no fim do ano passado. Esperei usar várias vezes para comentar minha análise e tenho bastante a dizer. 

É o primeiro produto da Creamy que compro. Escolhi essa cor, Chai, entre as três porque é a que mais combina com minha pele, dando efeito natural.

 

Clique para ver detalhes

 

Textura: o balm vem em uma pasta consistente e aerada que espalha com um pouco de resistência no lábio. Um pouco difícil de passar, especialmente sem espelho, já que é um produto com cor. Isso tira um pouco da proposta do produto para mim, aproximando mais de um item exclusivo para tratamento do que algo prático para se ter na bolsa e passar rapidinho. A quantidade que sai ao apertar a bisnaga é pequena, o que de certa forma ajuda a espalhar o balm de forma controlada.

Sensorial: é confortável, não é grudento, tem cheiro e sabor suave e aconchegante. Depois que a gente consegue dar cobertura total aos lábios, o produto meio que abraça a pele e fica por um tempo.

Hidratação: Muito boa, deixa os lábios macios e sinto que protege bem. A necessidade de reaplicação vem aproximadamente uma hora depois da primeira aplicação. Ele tem dois ativos (Linefill e peptídeos) e acredito que, usando sempre, realmente vão entregar o que promete.

Ponto de atenção: o uso desse balm não reage bem com batom, diluí e tira a fixação do batom. O balm funciona melhor sozinho.

Recompraria?

Sim, mas a versão incolor para usar como tratamento.

sábado, 23 de maio de 2026

Produtos Karen Bachini Beauty

Eu conheci a Karen Bachini na pandemia e desde então, assisto todos seus vídeos. Aprendi muito sobre maquiagem com ela e vê-la se maquiar sempre me inspira a ser eu mesma e me dá vontade me maquiar também.

Desde que ela lançou seus produtos, eu tenho comprado e usado (alguns até o fim, já) e resolvi vir aqui dar minhas impressões.

Eu não comprei todos os produtos que ela lançou, e no caso de certos itens, talvez jamais virei a comprar. Estou me esforçando em fazer um consumo consciente de maquiagens. Como tenho várias paletas de sombra que quase nunca uso, bem como iluminadores, não pretendo comprar nenhum desses produtos da linha dela.

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Quando a marca lançou, eu comprei no site:

Máscara de cílios

Gostei, mas achei que nos meus cílios empelotava demais. O produto era espesso, mas macio. Também, prefiro máscaras à prova d'água, o que não é o caso dela.

É um bom produto, mas não tem diferencial, a não ser que você esteja atrás dos ativos que ele traz. Eu não uso maquiagem com frequência suficiente para me beneficiar do tratamento.

Gloss Marte

Eu amei logo na primeira vez que usei. É meu gloss dos sonhos, tem uma cobertura linda e uniforme sem ser grudentona, e os glitters em rosa brilham muito, ficam lindos em fotos, são minúsculos e delicados.

Eu sinto um pouco de ardência ao passar porque a fórmula tem propriedades para avolumar o lábio, mas não é toda vez que faz efeito. 

O gosto e o cheirinho são uma delícia.

Inclusive, recomprei com o lançamento da embalagem blister.

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Depois, na Loretta da Liberdade, eu comprei:

Gloss oil

Maravilhoso. Usei como tratamento antes de dormir ou quando meu lábio estava muito ressecado ou machucado. Também tem um cheiro muito gostoso e a textura é bem espessa e hidratante.

Eu gostei bastante e logo em breve devo recomprar.

Máscara de sobrancelhas

A fórmula é muito boa e para mim, foi o que tentou a experimentar. Eu usei mais como tratamento, mas não tive a disciplina adequada e não me adaptei. Talvez mais para frente eu tente de novo.

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E agora, com o repack dos gloss, eu comprei no site:

Tattoo Gloss

Não me adaptei. Dificil de dosar, mancha bastante e a cor não dura nos meus lábios nem por uma ou duas horas, especialmente se eu passo um gloss por cima. Eu até dou um tempo para o produto agir antes de passar gloss ou protetor labial, e mesmo assim a cor some. É o único produto que realmente não achei vantajoso. Eu não me dou bem com esses produtos que reagem a PH. Comprei um blush jelly de outra marca e o resultado foi decepcionante igual.

Pó solto

Nunca tinha usado pó solto antes e decidi experimentar tudo de uma vez. A propaganda desse pó é forte, mas ele também levanta polêmica. É minha primeira experiência, mas posso dizer que gostei. O efeito que fica na pele tanto com e sem base é muito bonito e confortável. Ainda tenho que aprender a usar. O problema é que acho que a embalagem do meu veio quebrada, muito difícil usar a tampinha giratória, então eu tiro ela inteira e usa sem (com muito cuidado para não causar um acidente catastrófico). Mas a tampa veda bem e dá pra ter confiança de colocar o potinho numa bolsa.

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sábado, 9 de maio de 2026

Óculos novos

Já fazia tempo que eu estava pensando em pedir óculos na Firmoo. Conheci por acaso, nesses anúncios em story onde alguém faz unboxing e review (eu acho). Isso foi uns dois anos atrás.

Aí, de vez em quando esbarrava nas propagandas, no Instagram, mas segui a vida.

Esse ano, eu sabia que ia precisar de uma armação nova, mas a minha acabou por pedir clemência mais cedo do que planejei. Então, resolvi que tinha chegado a hora. 

Até porque, na Firmoo eu iria poder realizar meu sonho... 

Óculos de grau de coração!

Vi uma gringa na internet uma vez usando um óculos de grau de coração e fiquei obcecada.

Eu escolhi esse modelo que a lente não tem moldura porque queria uma armação com pingente. A armação é leve, mas firme e a lente é de ótima qualidade, forte e de imagem muito nítida. E fica super delicado no rosto. Me apaixonei. 

Nesse modelo, apesar dos óculos serem bem diferentes, como as lentes não tem moldura, fica bem discreto. Então, posso ousar com sutileza.

A Firmoo é uma ótica online, então você pode pedir só a armação e fazer a lente na sua ótica física de preferência, mas, especialmente no caso da lente de coração, o melhor é já fazer o pedido no seu grau. É só digitar suas informações da receita no perfil do site e vem tudo certinho (lá da China).

Demorou um pouco, contando a fabricação e a entrega, mas tudo chegou bem embalado e em perfeitas condições.

Agora, o outro par que eu fiz para o dia a dia.

Pro dia a dia sim, básico, não

Óculos cor de rosa e azul já são minha marca registrada. Esse já é o terceiro nesse estilo bicolor. Fiquei encantada com a beleza do degradê. Ao vivo, as cores são muito mais lindas do que no site! O acrílico é brilhante e super transparente, a armação fica leve e confortável no rosto. Os detalhes são muito charmosos também. Um máximo que é uma perna de cada cor.
Minha estética 

Estou muito satisfeita com a compra! Todos os óculos vieram numa caixinha, dentro de uma bolsinha de transporte. Os dois modelos são da mesma coleção, Joyland.

Não vejo a hora de pedir mais. Mas, agora, só quando precisar mexer no grau.
 

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Destaque da Playlist: Abril

   * ✸✯ ✯ . ABriL °  ★°·.   .

 IRENE - Face To Face

 

Clique para ver grande todos os detalhes

Tem alguma coisa de muito misteriosa sobre essa música. O instrumental dela obriga você parar para prestar atenção. Eu lembro quando coloquei o álbum para ouvir, essa música me fez parar o que eu estava fazendo para ler o nome e ali mesmo já tinha decidido que era a minha favorita.

No YouTube, as pessoas dizem que é uma canção majestosa, cinemática, retrô, moderna... ela é tudo isso, e, ao mesmo tempo, tão sutil, tão sinistra, tão sinuosa (as palavras com inicial "s" foram uma coincidência).

O refrão tem uma angústia dolorida, mas não desesperada, na voz da Irene, porque é o instrumental que marca a sensação de urgência.

Sem nos sobrecarregar, a música está o tempo todo dando o tom da importância, do drama e da pressa, e a voz dela vai fluindo leve, cadente e etérea em cima desse... tanque de guerra que o instrumental cria para transportar o canto emplumado.

O início é uma delícia e deságua em uma finalização tão satisfatória quanto.

Capa do álbum "Biggest Fan"

PLAYLIST COMPLETA

sexta-feira, 24 de abril de 2026

2025, o início da minha presença online

Em 2025 eu criei a segurança de sair de um limbo.

Eu sou uma pessoa comunicativa, gosto de conversar, mas, na vida real, eu sou mais introvertida do que gostaria e acabei assumindo o papel de ouvinte que a maioria das pessoas impôs em mim. Não que eu não goste de ouvir, na verdade, gosto demais, porém não gosto nada de como sou recebida quando quero falar (não ouvem, não ligam, não deixam eu falar).

Na internet, sempre participei de algumas comunidades, mas não no intuito de fazer amizades, apesar de ter feito algumas, ainda assim. Amizades que prezo muito até hoje, mesmo aquelas que se distanciaram naturalmente. Assim, eu costumava comentar de forma limitada em fotos e tópicos (fóruns raízes), especialmente de usuários com quem eu já tivesse um contato mais frequente dentro da comunidade ou em eventos específicos dentro dessa comunidade.

Amava, por exemplo postar os dress-ups semanais de Poupée Girl na comunidade do Live Journal e deixar reviews no FanFiction.net. Mas não passava disso. Onde fui mais ativa mesmo foi na Minitokyo.net. E ainda assim, comparada com tantos usuários, deixava a desejar.

Criei esse blog e os comentários em maioria foram, quando aconteceram, de amigos da vida real. Assim, eu diria que, até essa época, apesar de eu ter pouca presença, ela era consistente e saudável.

Aí, veio o apagão. Perdi total a vontade de comentar, de me expressar (o blog parou, a vida aconteceu, a saúde mental apodreceu, comunidades fecharam). Nem nas reuniões na congregação eu comentava mais (ainda estou trabalhando nisso).

O uso do Tumblr colaborou muito para esse apagão, porque lá o que mais gosto é ver e reblogar as fotos, o que exige zero de acréscimos da minha parte. Eu ainda continuo amando esse tipo de consumo passivo de rede social e afins, e provavelmente vai seguir o meu principal modo de navegação, mas desde o ano passado, eu comecei a ter a vontade de falar algumas coisas em algumas postagens.

Começou com eu comentando em todos os vídeos de um canal que eu gosto muito. Mas, pela falta de validação, eu parei. Isso foi antes de 2025, porém.

Quando chegou o Threads, decidi levar o negócio a sério. Seria a primeira vez que eu ia pegar uma rede social do começo, e ali resolvi começar a escrever e ser franca (com bom senso) como eu era aqui. Decidi que ia usar a rede mesmo e nem ligar para validação.

Aí, percebi que conseguia usar frases de efeito legais e fui deixando uma ou outra em vídeos de música no YouTube. Ou, quando algo me chamava muito a atenção, comentava isso.

Um parênteses: apesar de eu ser comunicativa e ter raciocínio rápido para sacadas, a minha neurodivergência e traumas acumulados mexeram com meu cérebro e, na vida real, eu passo muito tempo em um desses dois modos:

Escrevendo, eu me saio melhor, mas nem sempre. Como fui condenada a ser ouvinte e perdi assim a prática de desenvolver meus raciocínios apropriadamente, escrever foi um lugar onde me desenvolvi bem. E, falando sério, eu amo escrever. Agora, voltando ao nem sempre. Tem postagens, tem textos, tem coisas que eu escrevo e não consigo gostar, não consigo achar clara ou interessante. Já falei disso bastante aqui no blog, inclusive, e essa sensação negativa foi um dos motivos de eu parar de blogar.

Então, escrevendo em posts no meu Threads desde o ano passado, estou recuperando minha vontade, alegria e habilidade de comentar, mas sem compromisso. Sem necessidade de retorno, sem necessidade de me projetar, sem necessidade de ser coerente. Também, estou recuperando o meu "brilho". Não comentar, não poder me expressar, estava anulando minha personalidade. Recuperando, sem pressa e sem pretensão, a minha "voz", tendo coragem de compartilhar minhas ideias, devagarzinho está dando uma lustrada na minha autoestima.

E é por isso também que, quando vi o apelo da Lilly para a gente voltar a blogar, e assistindo todo esse movimento pró mídias analógicas e nostalgia Millennial, eu resolvi reabrir o blog. 

Porque aqui eu posso escrever mais, para mim mesma, e, de forma pública, de alguma forma participar do grande coletivo que é a internet.

E, digo mais: até no Tumblr estou postando. Comecei um projeto descompromissado de postar imagens lá para protegê-las de não virar lost medias aqui nos meus HDS. 

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Microcosmo

Esse post está em rascunho faz meses... Só que essa semana estava conversando com uma amiga e vi que ela também compartilhava da impressão que eu tenho ao ver uma calçada quebrada, meio "abandonada" e as plantinhas crescendo pelos vincos, entre os cacos de cimento, vicejando, florindo.

Essa estética não é nova, acho que vem até de um cenário distópico no qual a natureza reclama seu espaço em meio a civilizações falidas.

Só que tinha algo especial na esquina que você vê na foto abaixo e me inspirou esse post, semanas atrás. 

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A volta toda estava tomada pelo crescimento do matinho. Matinho é eufemismo, como dá pra ver. As moitas batiam nos meu joelhos, e, se você as olhava de cima, a folhagem densa não deixava ver o chão.

Nesse dia tinha chovido, e a vegetação estava ainda mais feliz. Em dias de clima assim, eu andava pelo asfalto mesmo, mas, se tudo estava seco, passava pela calçada, entre as moitas, cuidando para não pisar em nada, fingindo que eu era a Fräulein Maria nos gramados alpinos (romantizando a vida ao ponto de delulu).

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E o que me surpreendia, o que me admirava, o que me alegrava, era ver sair de entre as folhagens rolinhas e acompanhar o balé das borboletinhas. Não tinha um dia em que eu não passasse ali e fosse assaltada pelos passarinho assustados ou distraída pelos insetos. Isso me fascinava. Me comovia.

Em uma esquina com mato espontâneo e indesejado havia um mundo. Só isso era necessário - só uma esquina com capim - para atrair os passarinhos e as borboletas. Amava a sensação de passar ali, curiosa sobre o que iria encontrar, apreciar o contraste do concreto com o verde caótico. Pensava como o contato com esse verde rústico faz bem e faz falta e percebia como era rápido para a natureza se regenerar e retomar de onde parou no dia que foi urbanizada.

Mas, no dia seguinte a essa foto, logo de manhã, encontrei toda a esquina limpa e carpida.

domingo, 12 de abril de 2026

Destaque da Playlist: Março

  * ✸✯ ✯ . mARçO °  ★°·.   .

ASC2NT - Still Rose

Não passam uma sensação de cheirosos?



Para mim, isso aqui era um debut, fiquei surpresa ao descobrir que não, mas feliz por ter conhecido o grupo através dessa canção.

Amo canções soprosas e fluídas e fazia tempo que não ouvia uma que tivesse essas características de forma tão primorosa. Ela tem um ar retrô de Summer Eletrohits que cativa já na abertura com os toquinhos a la Edward Maya e depois, sem altos muito contrastantes e nem baixos tediosos, a canção segue como um bom K-pop da década de 2010.

Acho os vocais maduros também, suaves e consistentes, e a harmonia entre os timbres é inegável. A variedade de vozes não é grande, e acho que é esse mesmo o sucesso da canção.

 

PLAYLIST COMPLETA 

domingo, 15 de março de 2026

Perfis muito legais do Insta

Tem épocas que o Instagram me irrita e eu tenho vontade de desinstalar. Mas sabe por quê? Porque eu estou seguindo as pessoas erradas. 😅

Como boa millennial, eu tenho um gosto muito particular em redes sociais: ou quero posts instrutivos, com textos longos, ou imagens, fotos e artes para apreciar (e memes - quanto mais unserious, melhor). 

E depois que encontrei os perfis dessa lista, senti que minha experiência no Insta se tornou prazerosa o suficiente como há tempos.

 ❤

 ❤ Kyota Ko @themetroclassic

Sobre o que é: Kyota Ko é escritor sobre vários detalhes da cultura e história japonesa. Ele faz vários vídeos divertidos e envolventes sobre curiosidades e personagens do Japão.

Porque eu gosto: Dá para aprender muito sobre fatos e costumes desde a época dos samurais, além de conhecer melhor lendas e entes do folclore através da atuação hilária, mas impecável de um único ator, o próprio Ko. Para quem estuda japonês, tem o extra de ver a linguagem aplicada em contextos importantes de uma forma fácil de entender.

 

 ❤ Maddie wu @maddiedanceparty

Sobre o que é: Maddie começou por acaso uma série de desenho animado em vídeos curtos, misturando as personagens Tango e Cece a gravações de vida real, construída sobre roteiros simples, cotidianos e culminando em reviravoltas muito engraçadas.

Porque eu gosto: Nunca sei como a história vai terminar, graças a ingenuidade das personagens e da forma pouco tradicional de Maddie, a mãe delas, lidar com as situações. As expressões faciais da gatinha e da foquinha são uma delícia de acompanhar.

 

 ❤ Mummy Joe @mummy__joe

Sobre o que é: Mummy Joe produz animações autorais. Ele tem vários personagens, que não são recorrentes (com exceção da série Kid Vampire), que vivem episódios nos quais o cotidiano e o absurdo se misturam de forma completamente homogênea. 

Porque eu gosto: Meu humor é bastante questionável, e quanto mais o absurdo se encaixa no banal, mais eu gosto e admiro a inteligência por trás da ideia. Mummy Joe produz uma obra sólida e marcante, é divertido demais os "typos" e corruptelas de palavra que aparecem nas narrações, fora que tudo sempre envolve algum tipo de sentimento que ajuda a gente a ter um pouquinho de fé na humanidade. As obras dele são perfeitas para manter o whimsy alive.


 ❤ Greb @grebcomics

Sobre o que é: Cartuns centrado em um grupo de personagens simples e fofos, que vivem aventuras leves, divertidas, mas cativantes, que fazem a gente sentir aconchego e quase sempre terminam em sopa. 😉

Porque eu gosto: Os personagens apresentam uma pureza deliciosa, que ajudam a me animar e resgatar aquela sensação de admiração infantil que a gente perde ao longo da vida, mas que não tem nada a ver com a idade. A maioria dos cartuns são episódios únicos, mas tem algumas séries, e os personagens tem uma estética simples e mesmo assim icônica. A previsibilidade dos enredos também contribui para a sensação de conforto. Deixa qualquer dia mais leve, nem que por 5 minutos.


 ❤ Hoài Nanu @hoainanu

Sobre o que é: Criação de objetos funcionais com papel e papelão. O público alvo parece ser as meninas da produtividade, da papelaria e do journaling, mas é legal para quem gosta de artesanato em geral.

Porque eu gosto: É um máximo ver o tanto de coisa que a gente consegue criar e fazer em casa e são funcionais. Eu gosto muito de artesanato, recorte e colagem, e vendo os vídeos dela, dá uma satisfação enorme, mesmo se eu nunca conseguir fazer algo que ela mostra por falta de tempo ou necessidade. Isso porque eu aprendo e conheço novas possibilidades de criação. É uma delícia também ver ela escolher a decoração dos objetos, colar os adesivos, etc.

 

 ❤ Jenny ~ Embroidery Art, Design & Crafts @flynn_and_mabel

Sobre o que é: Tutoriais de bordado à mão livre em roupas e acessórios do dia a dia.

Porque eu gosto: A estética dos vídeos dela já é perfeita por si, super relaxante de assistir, perfeito para espairecer enquanto vê como lago é feito/aprende a fazer. Eu sou muito vidrada nessa ideia de customização, especialmente através do bordado, então assisto o vídeo dela para conhecer as possibilidade e um dia também, aplicá-las na minha realidade também.

 

 ❤ Stephen Spencer @_stephenspencer

Sobre o que é: O Spencer é músico e começou a criar vídeos despretensiosos de composições próprias usando as histórias e conversas com sua filhinha como letra.

Porque eu gosto: As melodias são complexas, me lembram muito aquela fase dos anos 80 pra 90 em que os teclados reinavam e o Christopher Cross encantava a gente com sua voz soprosa e timbre tenor barítono. Assim, além de toda a arte meticulosa que o músico aplica e deleita os ouvidos, temos a letra extremamente divertida e inesperada de uma criança de 3 anos. Na letra, vamos ver enredos fantasiosos levados muito a sério que exibem a criatividade infantil em sua melhor forma. (Na época que eu conheci o perfil dele e também comecei a escrever esse post, ele ainda não era famoso...)

É, eu sei. Eu tenho gosto peculiares e muito, muito específicos. 💗 É que cresci assistindo Looney Tunes no SBT. 😉

quarta-feira, 4 de março de 2026

Destaque da Playlist: Fevereiro

 * ✸✯ ✯ . FEveReIrO °  ★°·.   .

 f(x) - Chu~♡

lindxs

 

 
 

Essa veio do fundo do baú, sim, mas não para mim.

Eu conheci essa música obviamente através do cover que Irene, Seulgi, Karina e Winter apresentaram no SM Town na virado do ano. Fiquei surpresa, porque eu amo o f(x), e apesar de ter pegado elas na fase final, conhecia todos os sucessos... menos esse!

A primeira vez que ouvi, foi com estranhamento.

Não entendi bem a graça dessa música quase falada, monótona, de ritmo quase massacrante. Assisti por curiosidade, ainda mais que só tem fav nesse grupinho especial, e precisava conferir. Depois, passei pro próximo vídeo, sem dar muita importância.

Então vieram muitos questionamentos tardios: como é a versão original? Como era o rap original com Amber? O f(x) tinha 5 integrantes, por que só 4?

Assim, cada vez que eu buscava uma resposta, ouvia a música de novo. Primeiro, reparei no MV, me refestelei no estilo dos takes, nas cores, nas poses, no acting, nas roupas... Aí, prestei atenção na entrada do rap. Aí, revisitei a história da Sulli.

Foram muitas emoções, e junto delas, se costurou essa canção chicletuda!

Ela é baseada em motivos musicais repetitivos que martelam quase até o limite, se alternando no momento exato. As mudanças entre as estrofes, pontes, refrão e rap fluem bem, envolvendo quem ouve em um looping instintivo de mascar um chiclete de morango bem saboroso!


sábado, 28 de fevereiro de 2026

Caos Criativo XV – Eu não desisti

Meus neurônios


Eu não desisti de manter o blog ativo. Na verdade, tenho vários rascunhos para desenvolver. O negócio é que estou travada.

E nem é bloqueio criativo, porque os temas estão definidos. É mais um travamento emocional e um bloqueio funcional.

É uma ansiedade para que saia perfeito misturado com uma dificuldade de por em palavras as ideias que estão na cabeça.

Acho que tudo isso vem muito de altas expectativas. E claro, da auto cobrança exagerada.

Eu mais do que nunca tenho certeza de ser neuro divergente. Não sei bem de que forma, nem tenho laudo, nem sei mais se realmente existe alguém no mundo que pode ser considerado neurotípico. Mas eu sinto que por isso, eu crio algumas barreiras para minha própria produção.

Eu tenho um jeito de pensar que vira um jeito de escrever que eu mesma julgo negativo. Mas eu estou baseando meu julgamento em que? Em expectativas criadas a partir de padrões nos quais talvez eu não me encaixe e, sinceramente, não preciso me encaixar.

Não sei... Ser alguém pensante é um processo complexo e eu sou e gosto de ser cabeçuda (nerd, profunda, pensante). E aí, o que eu faço? Escrevo textos cabeçudos. 

Não tem nada errado com textos cabeçudos, o ruim é sentir que podem ser encarados como pedantes, presunçosos, pretensiosos... O ruim é pensar que eu vou ser julgada assim.

Eu não sou assim. Eu só gosto muito de pensar. 😩

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Destaque da Playlist: Janeiro

Durante 2025, todo mês rendeu uma playlist com os lançamentos favoritos do mês e descobertas ou resgates.

Esse ano eu vou continuar e resolvi também escrever um pouco sobre uma canção de destaque. Aqui vai a primeira.

* ✸✯ ✯ . JAneIrO °  ★°·.   .


XG - HYPNOTIZE

lindxs



 
O destaque do mês não poderia ser outro! "HYPNOTIZE" roubou o holofote de muita gente em muitas listas por aí, tenho certeza. 
Que música deliciosa... ela fluí de forma suave e combina exatamente com seu título. A gente não consegue pensar em nada enquanto ouve, e se assiste o MV então, pode esquecer, vai ficar preso na viagem. XG é uma potência em audiovisual e isso não pode ser questionado.
Dessa vez, o grupo está promovendo uma música mais melodiosa, mas as linhas de rap criam uma boa quebra, são divertidas e irreverentes. 
Então, sei lá, essa canção traz frescor, leveza, alegria e um sentimento apoteótico: as high notes se entrelaçando com o refrão, o jeito que o ritmo nos leva... o efeito dura um bom tempo.