Primeiro, eu queria ver esse filme porque gosto de musicais. Depois, não dei importância quando começou a passar no Telecine, mil anos depois do cinema. Até que um dia deu certo de assistir, e gostei muito logo de cara! Não tem uma música que seja chata ou pouco marcante! Impecável, e cada vocal tem sua própria qualidade. Amei ver também o mecanismo por trás do cenário musical, assistir o pessoal no estúdio, compondo... E claro, como não poderia ser, todas as músicas acabam preparando o caminho para a especial "One Night Only" que a Effie canta como ninguém! Valeu a pena assistir e realmente vale a pena assistir outras vezes! ;)
Sobre esse nem preciso falar muito. Acho que o que vem da PIXAR só pode ser imperdível. E só podia ser ela para fazer a primeira animação com roteiro ecologicamente correto e consciente, só ela para trabalhar tão sutil e divertidamente as questões que o mundo tanto fala por aí sem conseguir tocar o coração como a PIXAR e o wall-e fazem. Não tenho reclamação nenhuma, só elogios a dar! Viva as grandes sutilezas, a delicadeza, a beleza simples e ao mesmo tempo complexa que faz de Wall-e um dos meus filmes preferidos no ano! ^^ Viva a meiguice do olhar e do coração de lata do pequeno "Steven Jobs"!
Ah! E eu que não dava nada para esse filme da Dreamworks (quase sempre não dou nada para animação da Dreamworks, a não ser Shrek, e acabo me espantando). Realmente, não julgue o livro pela capa com esse filme! Se o panda Po pode ser um grande guerreiro kung-fu, o filme também pode ser bom. Bom? Bom é pouco, ele é ÓTIMO! Grande Jack Black! Se não fosse ele, não sei como poderia acontecer um filme tão bom como esse! Já no "Espanta-Tubarões" o tuba Lenny é um encanto por causa do dublador que tem, e graças a Deus deram um brilhante papel principal pro Jack! Fora que a qualidade da arte da animação é fantástica e as piadas serem demais! Todos os personagens são interessantes ao seu modo e a mensagem final do filme é uma acalentadora verdade que faria pessoas menos infelizes se fosse levada em conta! ^^
O cavaleiro das trevas veio galopando devagar espalhando as novidades sobre sua chegada, e de repente trazendo consigo também a qualidade de epitáfio de um grande artista. Não gostei apaixonadamente do primeiro filme do século 21 do Homem-Morcego. Posso dizer que foi um ótimo filme, mas só, não repeti a dose, não comentei muito. Para mim, esse segundo sobrepujou o primeiro da nova série. A trama é mais que envolvente, realista, elegante, inteligente e eletrizante. Heath Ledger dá mesmo um espetáculo como Coringa. Não falo isso só porque gosto dele, mas porque realmente fiquei impressionada com o carisma do personagem. Cada tique, cada olhar e fala é único, burlesco e impressionante. As melhores linhas do filme vêm com certeza da boca sarcástica e borrada dele. A fragilidade de Bruce Wayne também é interessante nesse filme, uma coisa impensada, apesar de ser conhecido quantos traumas e conflitos o homem dentro do traje de borracha sofre. Gostei de vê-lo humano de um modo mais emocional do que fraco, não sei bem como definir. E o grande morcego continua o mesmo aterrorizante, misterioso, soturno e inexpressivo de sempre, como um cavaleiro, sendo o herói que Gothan City precisa. E assim vou encerrando o primeiro capítulo. Até mais! o/

