domingo, 30 de dezembro de 2012

Encontro!

Estou de volta para contar o que eu fiz de especial nesse domingo xoxo e abafado de fim de dezembro.
Às vezes eu tenho sensação de que devia tirar mais fotos. Apesar da minha cara de zumbi - não estou dormindo direito - bem que teria sido bom registrar o encontro de hoje com uma fotinha! :D

Estava com super saudades da minha querida amiga Cleidiane e fazia anos que eu e ela e a sua irmã, Ana Paula, não passávamos tempo juntas.
A última vez que isto aconteceu foi quando fomos ver High School Musical 3 no cinema!

Ontem, a Cleidy me chamou para tomar café no McDonald's. Achei ótima ideia! :D
Assim, lá fomos nós!

Foi uma ótima manhã, falando de todo o tipo de assunto e livro.
Deu pra matar um pouquinho da saudades, mas espero que consigamos nos encontrar assim mais vezes no ao que chega! Faz falta estarmos juntas. ^^

sábado, 29 de dezembro de 2012

Hoje... 3

Em honra aos elogios que minha querida amiga Mari deu aos posts com listas de tarefas (obrigada por ler meu blog, Mari! ♥), vim aqui contar o que ela e eu fizemos no centro da cidade hoje!

Decidimos nos encontrar hoje às 14:00 horas pra dar umas voltas e arrastei a Mari pra cumprir alumas tarefas:


  • Correio

Hoje foi o dia de finalmente enviar um presente prometido para a Chris lá no Recife. :D O Correio estava sem sistema de senhas e tivemos de ficar na fila. Cansou um pouco.


  • Comprar sombrinha com proteção solar

Esta tarefa foi um favor que fiz para uma senhora amiga minha que pediu uma sombrinha com proteção solar parecida com a minha par ao trabalho de pregação. Na primeira loja (A Nova Celly) não tinha, então, fomos ao Mini Presentes (não tenho certeza de que este é o nome da loja agora, preciso verificar) e compramos uma sombrinha lilás lindas! :D


  • Impressão de fotos

Fui ao Ueda Art Foto para imprimir as fotos do congresso passado, o último no Salão de Assembleias de Cesário Lange. Uma foto vai ser mandada para a Iracema e o João lá em Goiânia, já que faz tempo que não escrevo para eles.


  • Tomar sorvete

Ai, estou matando minha vontade tomar sorvete de casquinha com cobertura de calda quente de chocolate branco na Chiquinho Sorvetes. *¬*

A Mari tinha algumas tarefas para cumprir também:

  • Itaú

O banco Itaú no centro é sempre tão cheio!


  • Pesquisa de preço HD externo

Fomos ao Balão da Informática checar o preço de HDs. Fiquei querendo um de 1 Tb. *O*

Aleatoriedades:

Comprei óleo secante da Ludurana, mas ainda não sei usar esta parada e não gostei muito de minha primeira tentativa.

Encontrei meu grande e querido amigo Luís nas Lojas Americanas depois de dois anos sem nos vermos. Foi ótimo! Conversar com ele é sempre muito bom! :D

Comprei uma revista de colorir lindaaaaaaaa de My Little Pony com uma Fluttershy tão fofa na capa. *O*

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Um livro para ler no fim do ano

Para mim, só tem um livro para ser lido nessa semana em que estamos - "O apanhador no campo de centeio".



Agora, eu não vou mais ser capaz de explicar o que eu senti lendo esse livro um ano atrás. Eu só sei que, qualquer um que já foi jovem e sensível consegue se relacionar com o Holden em seus dilemas e questões.
É tudo muito alegórico - a passagem de ano (o livro se passa em Dezembro, poucos dias antes do natal), as insatisfações, o desejo de proteger a inocência, o amadurecimento, o medo, as dúvidas, o desalento e a rebeldia que Holden vive com a história tem sempre muito a dizer especificamente a cada leitor.
Um pouco disso com certeza se deve pelo fato de que é Holden quem narra. A voz dele é muito poderosa e, ao mesmo tempo, meiga. Ele é reclamão e irritante, como qualquer adolescente, mas aos poucos ele vai revelando que, por dentro, verdadeiramente, é muito sensível e bondoso. Ele começa a ver o mundo com olhos novos ao passo que vai atravessando sua crise existencial, foge da escola, vaga por Nova York, pendurado nos orelhões, procurando por ele mesmo naquelas ruas, naqueles telefonemas.
É triste ler a tradução em português. Ela não transmite nada do Holden original, não sei se porque é uma tradução muito antiga ou porque o tradutor fez um texto sensaborão de fato, mas ainda assim, vale a pena. É um livro curto e fascinante, comovente e material para reflexão. Seguir Holden em sua fuga entre o frio e a solidão, acompanhar suas desventuras e percorrer seus raciocínios me fez lembrar de tudo que senti quando fui adolescente e entrar em contato com uma parte de meu espírito que antes estava esquecida.